#ParaCegoVer: foto mostra duas mulheres trans: à esquerda, uma morena com traços orientais e à sua direita outra de olhos azuis e cabelos trançados.

Como o mercado de trabalho trata o T de LGBT

Um levantamento divulgado pela ONG Transgender Europe mostra que o Brasil lidera o ranking mundial de violência contra pessoas trans. Só entre 2008 e 2015, 802 trans perderam a vida vítimas de agressão. E essa realidade mostra reflexos severos no mercado de trabalho: essa parcela da comunidade LGBT ainda encontra muita dificuldade em conseguir aprovação em vagas de emprego.

Segundo Ângela Lopes, mulher trans e coordenadora do Programa de Diversidade Empresarial da Rede de Farmácias Nossa Senhora do Rosário, em entrevista ao Estadão, diz que o primeiro passo para que essa situação mude é as empresas começarem a dar chance aos profissionais trans. “O emprego conta muito porque ele dá condições de subsistência física. Dá condições de comer, então ele é muito representativo nesse sentido”, comentou Lopes.

Hoje, com o trabalho de organizações como o Fórum de Empresas e Direitos LGBT, mais empresas já estão começando a reconhecer a importância de suportar ambientes de trabalho diversos e promover a conscientização em relação aos direitos humanos. A matéria do Estadão também mostra ações que estão sendo feitas pela Dow e Carrefour, signatárias do Fórum.

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