1.1. Tratar do tema em falas, documentos e políticas da empresa
A presidência e demais executivos devem assumir compromisso com a promoção dos direitos LGBT tratando do tema em falas, documentos e políticas da empresa que demonstrem a importância do respeito a todas as pessoas.

1.2. Não compactuar com a discriminação
A alta liderança da empresa não deve compactuar com posturas e práticas de discriminação a pessoas LGBT e, sempre que for possível, demonstrar seu repúdio e afirmar seu compromisso com os direitos humanos.

1.3. Orientar decisões com base na identidade organizacional
A presidência e demais executivos devem orientar suas decisões e práticas com base nos valores e princípios da empresa, fortalecendo a identidade organizacional diante de possíveis conflitos que envolvam o desrespeito aos direitos humanos LGBT.

1.4. Rejeitar a homo-lesbo-transfobia nos negócios e atividades com stakeholders
Como empregador e no relacionamento com todos os públicos, a presidência e demais executivos devem promover os direitos LGBT, rejeitando a homo-lesbo-transfobia nos negócios e demais atividades da empresa.

1.5. Tornar públicos seus compromissos e práticas
A alta liderança da empresa deve tornar públicos seu compromisso e suas práticas de respeito aos direitos LGBT, posicionando-se abertamente e:

-contribuindo para elevar o nível de respeito ao segmento na sociedade;
-reduzindo riscos de discriminação por orientação sexual e identidade de gênero;
-contribuindo para enfrentar a violência e altos índices de assassinatos de pessoas LGBT;
-contribuindo para diminuir a vulnerabilidade e obstáculos a serviços de prevenção e tratamento do HIV/aids.

1.6. Articular-se com outras organizações
A alta liderança da empresa deve articular-se com stakeholders, outras empresas, governos, organizações e lideranças da sociedade civil no diálogo em torno dos direitos LGBT, sua promoção, defesa e ampliação na sociedade por meio de programas e ações efetivas.

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