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Cartilha “Orgulho que Move” oferece guia prático para inclusão LGBTI+ nas áreas operacionais

Publicação reúne orientações práticas para a implementação de programas de inclusão e permanência de pessoas LGBTI+ em áreas operacionais das empresas.


Foi lançada a cartilha Orgulho que Move: Guia para Implantação do Programa de Inclusão e Permanência de Pessoas LGBTI+ nas Áreas Operacionais da sua Empresa, uma iniciativa desenvolvida como projeto aplicado do Curso de Pós-Graduação em Gestão de Negócios da Fundação Dom Cabral (FDC), em parceria com o Instituto de Transporte e Logística (ITL) e o SEST SENAT.


O material contou com a participação de gestores de sete empresas do setor de transportes e foi validado por meio de um projeto piloto realizado na concessionária MetrôRio. A proposta coloca no centro do debate a inclusão LGBTI+ em áreas operacionais — contextos em que a diversidade ainda enfrenta maiores barreiras de visibilidade e pertencimento.


A cartilha surge como resposta a um cenário marcado por preconceito, microagressões e ausência de políticas institucionais estruturadas. Mais do que um conteúdo conceitual, o material se apresenta como um guia prático e adaptável, organizado a partir de quatro pilares: formação e conscientização, embaixadores da diversidade, reconhecimento e engajamento, além de indicadores e resultados.


Com linguagem acessível e foco em ações concretas, a publicação propõe ferramentas como dinâmicas em formato de cartas, treinamentos para equipes da linha de frente, campanhas de autoidentificação e estratégias de gamificação, possibilitando que empresas de diferentes portes avancem na promoção de ambientes mais seguros, respeitosos e inclusivos.


Entre os temas abordados estão o diagnóstico de maturidade organizacional em diversidade LGBTI+, a implementação de ações de sensibilização e formação continuada, a criação de canais de escuta, estratégias de reconhecimento e engajamento de colaboradores, além do uso de indicadores de monitoramento, cálculo de retorno social sobre investimento (SROI) e um cronograma anual de atividades.


O material também reforça a importância da interseccionalidade, incentivando que as iniciativas considerem outras dimensões da diversidade, como raça, gênero e deficiência, fortalecendo uma abordagem integrada e sustentável da inclusão.



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