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Empresas signatárias do Fórum são vencedoras no Prêmio Ethos/Época de Inclusão 2025

Em um ano marcado por ventos contrários à agenda de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) em escala global, a resiliência e o compromisso das empresas brasileiras continuaram fortes.

Promovida pelo Instituto Ethos e Revista Época, o Prêmio Ethos/Época de Inclusão 2025 na pesquisa homônima mapeou as práticas de 224 empresas que estão na vanguarda da construção de ambientes mais justos e representativos.

A grande ganhadora foi a Natura (signatária do Fórum), campeã geral de diversidade. 

Além da campeã geral de diversidade, o prêmio apresentou mais cinco categorias de equidade: gênero, étnico-racial, geracional, inclusão da pessoa com deficiência e promoção dos direitos LGBTI+. Houve também ganhadoras de acordo com porte (pequeno, médio e grande) e destaques por segmentos, como automotivo e bens de consumo. 

Empresas signatárias do Fórum dominaram as listas de premiadas, com posições de destaque em praticamente todos os recortes:

Campeã Geral: Natura Cosméticos.

Direitos LGBTI+: 1º Bayer (Apoiadora Plena) 2º Bradesco 3º Natura Cosméticos.

Pessoas com Deficiência: 1º Bayer (Apoiadora Plena) 2º Edenred

Equidade de Gênero: 1º Bayer (Apoiadora Plena) 2º Vivo 3º Natura 

Equidade Étnico-Racial: 1º Natura 2º Sodexo 3º Bayer (Apoiadora Plena)

Equidade Geracional: 1º Sodexo 2º Natura Cosméticos 3º Arcos Dourados/McDonald's

Grande Porte: 1º Natura 2º Sodexo 3º Vivo

Outras signatárias do Fórum foram reconhecidas como destaques setoriais, incluindo EY (Consultoria), Sanofi (Farmacêutico), Belgo (Metalurgia), Anglo American (Mineração), Irani (Papel e Celulose) e Trench Rossi e Watanabe Advogados (2º lugar em PME).

Tanto os resultados da pesquisa quanto do prêmio foram divulgados na terça-feira (12/8). 

O anúncio foi acompanhado por um painel com a presença de Ana Lúcia Melo, diretora-adjunta do Instituto Ethos; Reinaldo Bulgarelli, secretário-executivo do Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+; Djalma Scartezini, CEO da Rede Empresarial de Inclusão Social; Margareth Goldenberg, gestora-executiva do Movimento Mulheres 360; e Winnie Santos, coordenadora de Projetos no Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT).

“O quesito diversidade sexual e de gênero não está presente ainda na legislação brasileira”, disse Reinaldo. “O setor empresarial pode contribuir com o Estado brasileiro para que ele assuma esse tópico como prioridade."
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Os Direitos Humanos e a equidade devem ser um trabalho contínuo de cultura organizacional. Mesmo frente a retrocessos, a premiação é um testemunho poderoso de que a comunidade empresarial brasileira continua avançando e prova de que a diversidade gera resultados tangíveis.

O Fórum parabeniza todas as empresas reconhecidas e reafirma seu compromisso em apoiar, conectar e ampliar as vozes daquelas que, todos os dias, trabalham para transformar o mundo corporativo em um espaço de pertencimento para todos.






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